terça-feira, 30 de outubro de 2012
JOVEM DE 18 ANOS CONSIDERADO UMA MÁQUINA DE
MATAR É PRESO POR ORDEM DA JUSTIÇA
Uma
verdadeira ‘máquina de matar’. O corpo franzino e a pouca idade escondem a
crueldade do jovem Rodrigo Pereira do Carmo, 18, residente com a mulher e um
filho recém-nascido em um barraco na Favela da Muvuca, próximo do Papódromo, no
bairro do Trapiche da Barra, região Sul de Maceió.
‘Cara
de Coice’, como é mais conhecido, iniciou sua vida de criminoso aos 12 anos,
após receber um coice de um cavalo.
Mas
em depoimento ele só confessa os crimes a partir da maior idade.
1º O primeiro homicídio vitimou Dário Santana
Farias, 22, o ‘Moreninho’, que residia no Conjunto Carminha, no Benedito Bentes
II, parte alta de Maceió. O crime foi registrado no dia 11 de abril, na Quadra
11, no Virgem dos Pobres III, no bairro do Trapiche da Barra.
3º O terceiro crime teve como vítima Jadson
Nascimentos Vieira, o ‘Jaú’, morto no dia 14 de setembro. O criminoso contou com
a ajuda de outros três bandidos. O motivo do crime, conforme ‘Cara de Coice’
relatou é que a vítima havia molestado uma criança de quatro anos, cuja família
pediu ‘providencias’ aos bandidos da localidade.
4º O quarto assassinato vitimou José Antonio da
Rocha Neto, o ‘Oião’. Já
5º o quinto crime vitimou Nayderlan dos Santos
Oliveira, o ‘Darlan’, assassinato no dia 2 de outubro também no Virgem dos
Pobres II.
Rodrigo
Pereira, o ‘Cara de Coice’, teve a prisão decretada pelo juiz da 7º Vara
Criminal, sendo localizado e preso por equipes da Delegacia de Homicídios (DH) –
Força Nacional (FN) coordenados pelos delegados Cícero Lima, coordenador da DH e
Rossilio Correia, da Força Nacional (FN).
Na
opinião do delegado Cícero Lima, a participação da população é muito importante
no esclarecimento dos crimes e na localização dos assassinos. Com a prisão de
‘Cara de Coice’, o delegado acredita que os crimes que vinham acontecendo no
Virgem dos Pobres III, terão uma redução de quase 90%, uma vez que toda a
quadrilha formada por Rodrigo Pereira, já foi identificada e agora está no
Sistema Prisional. O delegado também destacou a ferramenta áudio visual, que
grava todos os depoimentos dos presos, cujo teor é encaminhado para a Justiça, a
fim de evitar qualquer dúvida e facilitar a analise dos
inquéritos.
Emergência
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